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Conteúdo :

AEDES: QUE MOSQUITO É ESSE?

Exposição da Fiocruz, com patrocínio da Sanofi, é atração na Casa da Ciência da UFRJ, em Botafogo

O Museu da Vida da Fiocruz, em parceria com a Sanofi, inaugura para o público, em 14 de junho de 2017, a exposição interativa Aedes: que mosquito é esse?, sobre o mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. Com concepção, organização e montagem do Museu da Vida e correalização da Casa da Ciência da UFRJ, a exposição tem classificação livre e entrada gratuita. Dividida em seis módulos, passeia pelo complexo universo do inseto e usa tecnologia de última geração e material multimídia. A iniciativa é apoiada pela Rede Dengue, Zika e Chikungunya da Fiocruz – que coordena diversas ações integradas para o controle do Aedes na instituição. A exposição representa de maneira clara e consistente o compromisso da Sanofi com a Educação para a Saúde.  “Acreditamos na educação como elemento chave para que a população tome consciência e cuide de sua saúde e de todos no seu entorno. Juntos, podemos mudar o cenário das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti no Brasil”, comenta Hubert Guarino, diretor geral da Sanofi Pasteur no Brasil.

Diversas atividades interativas estão à disposição do público, entre elas o “Quintal Interativo”, em que é possível observar, com lupas, o ciclo de vida do Aedes aegypti e as fases ovo, larva, pupa e alada (adulto). A ideia é convidar o visitante a encontrar potenciais criadouros do vetor, como pneus, caixas d’água destampadas e garrafas armazenadas de maneira incorreta. Um jogo no estilo point-and-click promete mexer com o público e se tornar uma das grandes sensações.

O jogo “Detetive da Dengue” apresenta cenários com possíveis criadouros- o participante deve identificá-los e tocá-los para eliminar a ameaça. Quem encontrar e bloquear mais focos, ganha a partida e acumula pontos na passagem à próxima fase, com nova missão.

A caça ao mosquito será intensa! Brincando, o visitante pode usar um aplicativo no celular para achar criadouros do inseto em locais distribuídos ao longo da exposição. Além disso, um fóssil de mosquito em âmbar com cerca de 30 milhões de anos desperta a curiosidade.

Exposição é dividida em seis módulos

A mostra é dividida em seis módulos, explorando diversos temas: “Mosquitos e vírus: combinação perigosa”; “Os vírus – por dentro dos vírus e Um Mosquito Doméstico – o zumzumzum da questão; “Dengue”; “Zika”; “Chikungunya”; “Pesquisa em busca de soluções e Controle – esforço conjunto”.
 
Uma impressionante escultura de mosquito fêmea, com mais de dois metros – criação do artista plástico Ricardo Fernandes –, recepciona o visitante e usa alta tecnologia para instigar o público: sensores de proximidade distribuídos em partes específicas do modelo 3D do Aedes aegypti projetam as informações em uma tela gigante, com textos, imagens e animações.

Vídeos e dispositivos interativos abordam a biologia, a origem, a distribuição e a evolução dos vetores Aedes no mundo. Os vírus e os sorotipos existentes até o momento compõem o segundo módulo da exposição. Respondendo questões como: o que é e o que faz o vírus da dengue? Os tipos de vírus da dengue (DENV1, DENV2, DENV3 e DENV4); o vírus da febre de chikungunya (CHIKV) e o vírus zika (ZIKV); origem e evolução dos vírus também são abordados.
O terceiro módulo explora o tema da dengue, sintomas e suas principais consequências para o corpo humano.

No quarto e quinto módulos, zika e chikungunya dominam o espaço. São abordadas questões como a relação do vírus zika com a microcefalia e o histórico da chikungunya no Brasil.

O sexto e último módulo aborda as principais pesquisas em andamento, em nosso país e no mundo, e as medidas de controle dos vetores que transmitem essas arboviroses. Entre outras questões, são tratadas: a evolução da resistência a inseticidas; a pesquisa e o desenvolvimento de vacinas, além do uso da bactéria Wolbachia (presente em várias espécies de insetos), uma novidade da Fiocruz para impedir a multiplicação dos vírus no Aedes aegypti.

Complementando o último módulo, o controle do mosquito é abordado, para mostrar a importância da participação da sociedade,de maneira correta. Materiais do Ministério da Saúde e de parceiros na luta contra o mosquito podem ser acessados.

Dois documentários fazem parte da exposição: O Mundo Macro e Micro do Mosquito Aedes aegypti – para combatê-lo é preciso conhecê-lo e Aedes aegypti e Aedes albopictus: uma ameaça nos trópicos, dirigidos por Genilton José Vieira, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz).

A programação da exposição na Casa da Ciência também oferece atividades complementares, como oficinas de máscaras, gravuras em isopor, animações em GIF e atividades surpresa, talk show, sessões de cineclube para grupos escolares e oficinas para professores.

Serviço


Exposição Aedes: que mosquito é esse?
14 de junho a 27 de agosto de 2017
Terça a sexta – das 9 às 20h / sábados, domingos e feriados – das 10 às 20h / fechada às segundas-feiras
Entrada gratuita
Classificação Etária: sem restrição
Local: Casa da Ciência da UFRJ - Rua Lauro Müller, 3 – Botafogo, RJ

Inauguração para convidados e imprensa: 13 de junho de 2017 – 10h

Oficinas e Atividade surpresa - senhas no local 30 minutos antes
Oficinas para professores e talk show - inscrições no site
Agendamento de escolas e grupos - (21) 3938-5444 / www.casadaciencia.ufrj / escolas@casadaciencia.ufrj.br
Vagas Limitadas

 


Atividades Complementares, por Casa da Ciência da UFRJ

Atividade surpresa
Sábados - 16h (infanto-juvenil)

Oficinas
- Máscara - Museu da Vida/Fiocruz
18 e 25/06 - 16h (03 a 06 anos)
- Gravura em isopor
02, 09 e 30/07 e 06 e 27/08 - 16h (10 a 14 anos)
- Imagens animadas em GIF
16 e 23/07 e 13 e 20/08 - 16h (11 a 15 anos)

Cineclube
05/07 e 23/08 - 10:30 e 15h (grupos escolares)

Talk Show Ver Ciência – Aedes: combater ou controlar?
Sessões de vídeos, debates com especialistas e mediação de Sergio Brandão e José Renato Monteiro
- Os mundos do mosquito - 26/07 - 19h
- Aedes, perigo no ar - 23/08 - 19h

Oficinas para professores
- Eu, tu, ele, nós e o Zika - IESC/UFRJ
07/07 – das 18 às 21h (EJA)
12/07 – das 9 às 12h e 13 às 16h (Ensino Fundamental/2ª CRE - SME/RJ)
- Mexa-se: seja mais um contra o Aedes aegypti - Instituto de Biofísica/UFRJ
05/08 - 10 às 13h (Educação Básica)

Assessoria de Imprensa Sanofi: Ketchum

Sobre a Sanofi

A organização está presente no Brasil desde 1919, a partir de diversas aquisições ao longo dos anos. Com 4,7 mil colaboradores, a Sanofi é a maior indústria do mercado farmacêutico brasileiro, considerando o faturamento líquido no varejo, setor público, hospitais e clínicas. Tem sólida plataforma industrial no Brasil, responsável pela produção de 90% das unidades de medicamentos que a companhia comercializa no País. Possui um portfólio diversificado que abrange medicamentos isentos de prescrição e produtos de consumo, com a unidade de negócios Sanofi Consumer Healthcare; tratamentos para inflamação, alergias, diabetes, doenças cardiovasculares, doenças metabólicas, necessidades pediátricas e oncologia, com a Sanofi Farma; vacinas, com a atuação da Sanofi Pasteur; genéricos e similares, com a Medley; e doenças raras e esclerose múltipla, com a Sanofi Genzyme.

Sobre a Fiocruz

Promover a saúde e o desenvolvimento social, gerar e difundir conhecimento científico e tecnológico, ser um agente da cidadania são os conceitos que pautam a atuação da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), vinculada ao Ministério da Saúde. A Fundação tem como missão produzir, disseminar e compartilhar conhecimentos e tecnologias voltados para o fortalecimento e a consolidação do Sistema Único de Saúde (SUS) e que contribuam para a promoção da saúde e da qualidade de vida da população brasileira, para a redução das desigualdades sociais e para a dinâmica nacional de inovação, tendo a defesa do direito à saúde e da cidadania ampla como valores centrais.

Instalada em 10 estados, além dos institutos sediados no Rio de Janeiro, a Fiocruz possui unidades nas regiões Nordeste, Norte, Sudeste e Sul do Brasil e conta com um escritório em Maputo (Moçambique, na África). Ao todo, são 16 unidades voltadas para ensino, pesquisa, inovação, produção, desenvolvimento tecnológico, assistência e sustentabilidade socioambiental no âmbito da saúde. A partir de um modelo de governança democrático e participativo, a Fiocruz abriga mais de 12 mil profissionais com variados perfis de atuação. Em 2017, a instituição criada por Oswaldo Cruz celebra 117 anos.

Atualizado em: 14 de Junho de 2017

Módulo :