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Conteúdo :

São Paulo recebe exposição interativa gratuita sobre mosquito transmissor da dengue e outras doenças

Patrocinada pela Sanofi e realizada pela Fiocruz e Sesc São Paulo, a exposição “Aedes: que mosquito é esse?” estará no Sesc Florêncio de Abreu, no centro da cidade

Em parceria com a farmacêutica Sanofi, O Museu da Vida da Fiocruz e o Sesc São Paulo inauguram para o público, no dia 5 de outubro, a exposição interativa gratuita Aedes: que mosquito é esse?, sobre o mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. A atração tem concepção, organização e montagem do Museu da Vida, e classificação livre.

A exposição passeia pelo complexo universo do inseto, usando tecnologia avançada e material multimídia. A iniciativa é apoiada pela Rede Dengue, Zika e Chikungunya da Fiocruz – que coordena diversas ações integradas para o controle do Aedes na instituição. Para o diretor da Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz, Paulo Elian, “a exposição apresenta a complexidade científica e social dos problemas sanitários de maneira clara e em linguagem direta. É o conhecimento a serviço da vida e da saúde da população”.

De maneira clara e consistente, a exposição representa o compromisso da Sanofi com a Educação para a Saúde.  “Acreditamos na educação como elemento chave para que a população tome consciência e cuide de sua saúde e de todos no seu entorno. Juntos, podemos mudar o cenário das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti no Brasil”, comenta Hubert Guarino, diretor geral da Sanofi Pasteur no Brasil.

Com o intuito de sensibilizar o público para a importância de seu papel como protagonista na promoção de práticas saudáveis, e alinhado ao conceito de Promoção de Saúde, o Sesc traz esta exposição com o intuito de provocar reflexões acerca dos fatores de risco para doenças, para além da visão biológica, entendendo os sujeitos em sua integralidade, e respeitando o contexto social onde estão inseridos.  A Instituição trabalha com o objetivo de endossar valores que permitam desencadear processos de diálogo, crítica e possível transformação social, por meio da educação,  premissa presente em todos os Programas.

Diversas atividades interativas estão à disposição do público, entre elas o “Quintal Interativo”, em que é possível observar, com lupas, o ciclo de vida do Aedes aegypti e as fases ovo, larva, pupa e alada (adulto). A ideia é convidar o visitante a encontrar potenciais criadouros do vetor, como pneus, caixas d’água destampadas e garrafas armazenadas de maneira incorreta.  O jogo no estilo point-and-click promete mexer com o público e se tornar uma das grandes sensações.

O jogo “Detetive da Dengue” apresenta cenários com possíveis criadouros - o participante deve identificá-los e tocá-los para eliminar a ameaça. Quem encontrar e bloquear mais focos, ganha a partida e acumula pontos na passagem à próxima fase, com nova missão.

A caça ao mosquito será intensa! Brincando, o visitante pode usar um aplicativo no celular para achar criadouros do inseto em locais distribuídos ao longo da exposição.

Exposição é dividida em seis módulos

A mostra é dividida em seis módulos, explorando diversos temas: “Mosquitos e vírus: combinação perigosa”; “Os vírus – por dentro dos vírus e Um Mosquito Doméstico – o zumzumzum da questão; “Dengue”; “Zika”; “Chikungunya”; “Pesquisa em busca de soluções e Controle – esforço conjunto”.

Uma impressionante escultura de mosquito fêmea, com mais de dois metros – criação do artista plástico Ricardo Fernandes –, recepciona o visitante e usa alta tecnologia para instigar o público: sensores de proximidade distribuídos em partes específicas do modelo 3D do Aedes aegypti projetam as informações em uma tela gigante, com textos, imagens e animações.

Vídeos e dispositivos interativos abordam a biologia, a origem, a distribuição e a evolução dos vetores Aedes no mundo. Os vírus e os sorotipos existentes até o momento compõem o segundo módulo da exposição. O que é e o que faz o vírus da dengue? Os tipos de vírus da dengue (DENV1, DENV2, DENV3 e DENV4); o vírus da febre de chikungunya (CHIKV) e o vírus zika (ZIKV); origem e evolução dos vírus também são abordados.

O terceiro módulo explora o tema da dengue, sintomas e suas principais consequências para o corpo humano. No quarto e quinto módulos, zika e chikungunya dominam o espaço. São abordadas questões como a relação do vírus zika com a microcefalia e o histórico da chikungunya no Brasil. O sexto e último módulo aborda as principais pesquisas em andamento, em nosso país e no mundo, e as medidas de controle dos vetores que transmitem essas arboviroses. Entre outras questões, são tratadas: a evolução da resistência a inseticidas; a pesquisa e o desenvolvimento de vacinas, além do uso da bactéria Wolbachia (presente em várias espécies de insetos), uma novidade da Fiocruz para impedir a multiplicação dos vírus no Aedes aegypti.

Complementando o último módulo, o controle do mosquito é abordado para mostrar a importância da participação da sociedade de maneira correta. Materiais do Ministério da Saúde e de parceiros na luta contra o mosquito podem ser acessados. Dois documentários fazem parte da exposição: O Mundo Macro e Micro do Mosquito Aedes aegypti – para combatê-lo é preciso conhecê-lo e Aedes aegypti e Aedes albopictus: uma ameaça nos trópicos, dirigidos por Genilton José Vieira, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz).


Serviço

Exposição Aedes: que mosquito é esse?
Local: Sesc Florêncio de Abreu
Endereço: rua Florêncio de Abreu, 305/315 – Centro - São Paulo
Abertura para o público: 5 de outubro a 15 de dezembro
Atendimento: segunda a sexta, das 10 às 19h
Entrada: grátis
Informações: (11) 3329-2800
Agendamento de grupos monitorado – Inscricoes@florenciodeabreu.sescsp.org.br
Classificação: sem restrição
Site: sescsp.org.br/florenciodeabreu

Inauguração para convidados e imprensa: 04 de outubro de 2017 às 10h

Assessoria de Imprensa Sanofi: Ketchum

• Aline Veríssimo - (11) 5090-8900 – r 8437/ aline.verissimo@ketchum.com.br
• Nathália de Angelis (11) 5090-8900 – r 8644 / nathalia.angelis@ketchum.com.br
• Danilo Ribeiro (11) 5090-8900 – r 8510 / danilo.ribeiro@ketchum.com.br
• Suzanne Tanoue (11) 5090-8900 – r 8933 / suzanne.santos@ketchum.com.br
• Daniela Abreu – (11) 5090-8924 / daniela.abreu@ketchum.com.br

Assessoria de Imprensa Casa de Oswaldo Cruz / Museu da Vida
• Haendel Gomes – (21) 3865-2121 – r 2230 / haendel.gomes@fiocruz.br

Sobre a Fiocruz
Promover a saúde e o desenvolvimento social, gerar e difundir conhecimento científico e tecnológico, ser um agente da cidadania são os conceitos que pautam a atuação da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), vinculada ao Ministério da Saúde. A Fundação tem como missão produzir, disseminar e compartilhar conhecimentos e tecnologias voltados para o fortalecimento e a consolidação do Sistema Único de Saúde (SUS) e que contribuam para a promoção da saúde e da qualidade de vida da população brasileira, para a redução das desigualdades sociais e para a dinâmica nacional de inovação, tendo a defesa do direito à saúde e da cidadania ampla como valores centrais.
Instalada em 10 estados, além dos institutos sediados no Rio de Janeiro, a Fiocruz possui unidades nas regiões Nordeste, Norte, Sudeste e Sul do Brasil e conta com um escritório em Maputo (Moçambique, na África). Ao todo, são 16 unidades voltadas para ensino, pesquisa, inovação, produção, desenvolvimento tecnológico, assistência e sustentabilidade socioambiental no âmbito da saúde. A partir de um modelo de governança democrático e participativo, a Fiocruz abriga mais de 12 mil profissionais com variados perfis de atuação. Em 2017, a instituição criada por Oswaldo Cruz celebra 117 anos.


Sobre a Sanofi
A organização está presente no Brasil desde 1919, a partir de diversas aquisições ao longo dos anos. Com 4,7 mil colaboradores, a Sanofi é a maior indústria do mercado farmacêutico brasileiro, considerando o faturamento líquido no varejo, setor público, hospitais e clínicas. Tem sólida plataforma industrial no Brasil, responsável pela produção de 90% das unidades de medicamentos que a companhia comercializa no País. Possui um portfólio diversificado que abrange vacinas, com a atuação da Sanofi Pasteur; genéricos e similares, com a Medley; doenças raras, esclerose múltipla e oncologia, com a Sanofi Genzyme; além de  medicamentos isentos de prescrição, produtos de consumo, e medicamentos vendidos sob prescrição médica para inflamação, alergias, diabetes, doenças cardiovasculares, doenças metabólicas e necessidades pediátricas, que levam a marca Sanofi.

 

Atualizado em: 04 de Outubro de 2017

Módulo :