Evolução das vacinas pediátricas garante proteção e segurança para os pequenos


Novas formulações e indicações são baseadas em dados científicos e estudos robustos

São Paulo, 27 de maio de 2019 – As vacinas pediátricas, bem como todos os imunizantes aprovados no Brasil, passam por um amplo programa de desenvolvimento clínico que contempla inúmeras etapas (pré-clínica, I, II e III). Essas fases acontecem em diferentes contextos epidemiológicos para avaliar segurança e eficácia e permitir que a aprovação da vacina seja efetivada com base no estudo mais completo possível e suficientemente abrangente para garantir a proteção desejada.

No entanto, ainda nos dias de hoje há pessoas que desconfiam de seus benefícios ou acreditam que elas podem fazer mal, sobretudo para as crianças. “As vacinas evoluem e acompanham a tecnologia como qualquer outro medicamento e são cada vez mais importantes para controlar, eliminar e, quando possível, erradicar doenças graves. É um grande equívoco não confiar na sua capacidade”, afirma Lucia Bricks, diretora médica da Sanofi Pasteur para a América Latina.

Segundo a especialista, muitos imunizantes sofrem mudanças em sua composição ao longo do tempo e têm a segurança aprimorada. Além disso, as fórmulas vão sendo alinhadas e adaptadas para proporcionar mais conforto aos pequenos. “As vacinas capazes de proteger contra diversas doenças são cada vez mais comuns, pois reduzem o número de injeções e visitas ao local de vacinação”, explica. A vacina DPT (contra difteria, tétano e coqueluche), por exemplo, foi substituída progressivamente pelas vacinas tetravalente, pentavalente e, mais recentemente, hexavalente, que incorpora as vacinas contra doenças causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b, a inativada contra poliomielite e hepatite B.

Apesar do Brasil possuir dos programas de imunização mais avançados, os bebês precisam receber três injeções para completar o esquema básico de vacinação com a vacina pentavalente de células inteiras e mais três injeções da vacina inativada de pólio. Já nas clínicas privadas está disponível a vacina hexavalente, que contém a pentavalente acelular já combinada com a inativada de pólio e o antígeno da hepatite B, reduzindo o número de injeções, de reações e o estresse para o bebê e a família.

“Raramente os profissionais de saúde aplicam diversas doses de vacina em uma única visita. A mãe não gosta e o médico não insiste muito para evitar que o bebê fique com dor no local da aplicação, já que os menores são mais sensíveis. Assim, pelo menos uma das doses acaba ficando para depois”, observa Lucia. Porém, muitos motivos podem impedir que os pais voltem à clínica, fazendo com que a criança fique com a vacinação incompleta e, consequentemente, desprotegida.

No caso da coqueluche, especificamente, quanto menor a criança, maior a gravidade da doença, por isso é importante respeitar o calendário vacinal. “Neste caso, uma vacina combinada hexavalente é uma grande vantagem, porque facilita a vacinação e a administração das vacinas em tempo correto, sem atraso”, assegura. A médica explica que essa movimentação é natural na história da evolução das vacinas e que sempre são levados em consideração fatores como efetividade e segurança, mas também bem- estar e praticidade.

Nesse sentido, as vacinas reconstituídas, que são compostas pelo pó liofilizado injetável e o frasco com a solução diluente, também já estão sendo substituídas por fórmulas mais modernas. “Dados pesquisados na Europa apontam que na hora de misturar os componentes existe o risco de não se fazer a dose correta ou, o que é mais grave, o profissional de saúde que faz a aplicação pode esquecer um dos componentes do imunizante, aumentando a chance de uma dose incompleta”, alerta. Por esse motivo, em muitos países europeus já existe preferência pelo uso de vacinas que não necessitam reconstituição, e na América Latina, países como Chile, Panamá e México já optaram pela inclusão da vacina hexavalente totalmente líquida em seus calendários nacionais.

Com a introdução e ampliação das coberturas vacinais, também se observam mudanças na epidemiologia de doenças. Ainda no exemplo da coqueluche, constatou-se que adolescentes e adultos jovens atualmente são as principais fontes de infecção para os menores de seis meses de idade. Então, na tentativa de proteger esses bebês, alguns países passaram a indicar a vacinação de gestantes.

Em 2012, o Reino Unido e a Argentina foram os pioneiros na introdução dos imunizantes contra coqueluche para grávidas. “A experiência do Reino Unido mostrou que a iniciativa protegeu mais de 90% dos bebês quando a mãe foi vacinada no segundo ou terceiro trimestre de gestação. Atualmente, mais de 40 países indicam a vacinação de mulheres gravidas contra a coqueluche, com base nos excelentes resultados dessa estratégia”, destaca.

Para a médica, esse é um caminho sem volta na ampliação da proteção dos bebês. “Nós não temos como prever um surto. O risco de complicações e mortes por coqueluche é muito alto para os menores de três meses de vida e as mães são as principais transmissoras dessa bactéria para lactentes jovens. Porém, apesar da imunização materna, é preciso garantir a vacinação em dia do bebê com composições seguras e efetivas. “Cada dose adicional da vacina combinada aumenta o grau de proteção contra coqueluche e outras doenças graves, como difteria, que reapareceu na nossa região recentemente, a hepatite B, as doenças invasivas pelo Haemophilus influenzae tipo b e a poliomielite”, conclui.

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