Dia Mundial do Câncer: tipo agressivo de câncer de pele é o segundo mais comum entre os não melanoma

Carcinoma espinocelular de pele corresponde a 20% do total de casos de câncer de pele não melanoma. Na forma avançada da doença, pode levar a alta morbidade com impacto social e na qualidade de vida.

São Paulo, 01 de fevereiro de 2020 — O próximo dia 4 é lembrado como o Dia Mundial de Combate ao Câncer. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), há mais de 580 mil novos casos no Brasil ao ano, sendo o de pele o mais frequente.1 No constante cenário de informações e conscientização sobre a doença, muito se discute sobre os cânceres de pele do tipo melanoma.1 No entanto, o tipo não melanoma é justamente o mais diagnosticado ao redor do mundo e corresponde a 30% de todos os tumores malignos registrados no país.1

A exposição prolongada e repetida ao sol é um dos fatores que aumenta o risco do desenvolvimento do câncer de pele, sendo a responsável por cerca de 90% dos casos. Muitas vezes a doença demora para se manifestar, já que há um longo período de latência entre a exposição aos raios UV e os sintomas. Com isso, 80% dos diagnósticos ocorrem em pessoas idosas e, à medida que as expectativas de vida aumentam, também cresce a incidência do câncer de pele não melanoma.

Entre os cânceres de pele não melanoma está o carcinoma espinocelular de pele, o 2º mais comum entre os do tipo, correspondendo a 20% do total de casos.2 Ao ano, são mais de 33 mil novos casos da doença, dos quais cerca de 5% podem evoluir para a forma avançada e causar forte impacto na vida do paciente.3 Na Região Sul do Brasil, dados locais indicam que as taxas de incidência de CEC de pele em geral variaram de 40 casos em 1980 a 120 casos em 2011 para cada 100 mil habitantes.4 Nas últimas três décadas, essas taxas aumentaram de 50% a 200% nos Estados Unidos.3

Tipos de câncer de pele
Câncer de pele melanoma: tem origem nos melanócitos, as células produtoras de melanina que determinam a cor da pele.

Câncer de pele não melanoma: apresenta tumores de diferentes tipos e os mais frequentes são o carcinoma basocelular e o carcinoma epidermoide.

Referências:

  1. Instituto Nacional do Câncer (INCA).
  2. Karia PS, et al. Cutaneous squamous cell carcinoma: estimated incidence of disease, nodal metastasis, and deaths from disease in the United States, 2012. J Am Acad Dermatol. 2013; 68(6):957-966.
  3. Najjar T. Cutaneous squamous cell carcinoma clinical presentation. Medscape.com. New York: Medscape, LLC [atualizada em 07/5/2018; acesso em 25/09/2019]. Disponível em https://emedicine.medscape.com/article/1965430-overview
  4. Nasser N, et al. Squamous cell cancer – 31-year epidemiological study in a city of south Brazil. An Bras Dermatol. 2015;90(1):21-6)

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