Exame e alergias respiratórias ajudam a identificar a D.A.



Diagnóstico é feito por médico especialista com avaliação dos sintomas e histórico do paciente.

Os sintomas são muito parecidos com outras alergias comuns: coceira, o surgimento de pruridos, descamações, formação de crostas e, em alguns casos, dor e ardência na pele.

Trata-se ainda de uma doença que tem muitos gatilhos: clima, hábitos de vida, condição psicológica e hereditária podem desencadear uma crise.

O profissional de saúde é o único que pode confirmar se os sintomas correspondem a um quadro de dermatite atópica ou não. Ela é identificada pelos sintomas e histórico familiar.

A doença se manifesta, normalmente, em pessoas que têm outras alergias como rinite, asma e bronquite, doenças que frequentemente atingem outros membros da família. Pelo seu caráter crônico, a dermatite atópica pode ser desencadeada por stress e ansiedade e pelo contato com substâncias irritantes como poeira, fungos, ácaros, conservantes e produtos de limpeza. É importante ressaltar que a dermatite atópica não tem nenhum caráter contagioso por nenhum tipo de contato.

O clima é outro fator desencadeador, o tempo seco ou úmido, bem como a utilização de tecidos de lã ou sintéticos também influenciam no surgimento da dermatite atópica.


Manifestações

Apesar de muito comum, esse tipo de lesão é sempre associado às crianças, mas também se estende à fase adulta. É preciso acompanhamento médico e tratamento adequado. No surgimento dos sintomas, deve-se observar seu grau de incômodo e se ele persistir, o melhor é procurar o médico especialista. Na infância, as lesões costumam ser avermelhadas e descamativas enquanto em adolescentes e adultos, a pele se torna mais grossa, áspera e escurecida. Os locais mais atingidos são áreas de dobras da pele como região posterior dos joelhos, pescoço e dobra dos braços, mas outras áreas também podem ser atingidas.

Referências:

  • AADA

    Médico entrevistado: Dr. Daniel Lorenzini, CRM-RS: 24838

    Médico dermatologista, membro efetivo da SBD, mestre em Ciências Médicas pela FMUSP e preceptor do ambulatório de Dermatite Atópica do serviço de Dermatologia da UFCSPA (Universidade Federal das Ciências da Saúde de Porto Alegre).
As orientações a seguir se referem à interpretação da literatura médica atual e às principais recomendações de sociedades médicas. Essas informações não devem estimular a automedicação e, sob nenhuma hipótese, substituem a avaliação de seu médico de confiança. Ele é o único profissional habilitado para avaliar a sua saúde e indicar a melhor conduta para o seu caso.
Usar remédios sem o conhecimento do seu médico pode ser extremamente perigoso para sua saúde.