4 mitos do hipotireoidismo



Fique por dentro de quatro mitos relacionados ao hipotireoidismo para que eles não interfiram na sua qualidade de vida, nem no seu bem-estar. Na dúvida, consulte sempre o seu especialista.

O ditado que diz que todo mundo tem um pouquinho de médico é verdadeiro, por isso é preciso redobrar a atenção sobre as dicas e “informações” que você ouve e lê sobre hipotireoidismo. Na dúvida, consulte sempre o seu especialista. E, enquanto não o dia da visita não chega, fique por dentro de quatro mitos listados pelo endocrinologista Leonardo Motta*, da All Clinik, no Rio de Janeiro, para que eles não interfiram na sua saúde, na sua qualidade de vida nem no seu bem-estar:

1. Dá para controlar o hipotireoidismo só com alimentação

Infelizmente isso não é verdade. Apenas a reposição hormonal em doses adequadas à cada pessoa é capaz de tratar o hipotireoidismo”, explica o doutor Leonardo Motta*. Porém, ele avisa que a dieta pode ajudar a controlar os sintomas da alteração no funcionamento da tireoide, entre elas inchaço, fadiga, ganho de peso e o enfraquecimento do cabelo e das unhas.

2. Hipotireoidismo é coisa de mulher

Infelizmente isso não é verdade. Apenas a reposição hormonal em doses adequadas à cada pessoa é capaz de tratar o hipotireoidismo”, explica o doutor Leonardo Motta*. Porém, ele avisa que a dieta pode ajudar a controlar os sintomas da alteração no funcionamento da tireoide, entre elas inchaço, fadiga, ganho de peso e o enfraquecimento do cabelo e das unhas.

3. Hipotireoidismo sempre causa ‘papo’ no pescoço

“Há o risco do chamado bócio aparecer, mas não em todos os casos de hipotireoidismo. Por isso é que qualquer alteração deve ser dita ao médico”, recomenda o doutor Leonardo Motta*.

4. Quem tem hipotireoidismo jamais consegue engravidar

“Se utilizar a medicação prescrita pelo médico a mulher consegue, sim, engravidar. Por isso é essencial que ela consulte um especialista ao desconfiar que está grávida e também se pretende engravidar”, diz o endocrinologista Leonardo Motta*.

*CRM 52-854344
As orientações a seguir se referem à interpretação da literatura médica atual e às principais recomendações de sociedades médicas. Essas informações não devem estimular a automedicação e, sob nenhuma hipótese, substituem a avaliação de seu médico de confiança. Ele é o único profissional habilitado para avaliar a sua saúde e indicar a melhor conduta para o seu caso.
Usar remédios sem o conhecimento do seu médico pode ser extremamente perigoso para sua saúde.